Não existe almoço grátis

Enquanto historiadores, juristas e sociólogos debruçam sobre a imprensa escrita, falada ou audiovisual para analisar seus mecanismos, papéis e efeitos, raramente os economistas adotam os meios de comunicação objeto de seus estudos. Há vários motivos para esta lacuna. Um consiste em considerar que a informação é fenômeno mais sociológico e político do que econômico. Outro está no fato de que aqueles que tem consciência da atividade econômica subjacente a produção e difusão do pensamento não aceitarem ver a Informação analisada como “mercadoria” oferecida num “mercado”, onde se exercem e vigoram leis e condicionamentos. Relutam em associar as palavras “mídia” ou “televisão” às noções de “rentabilidade”, “custo” ou “lucro” em lugar de “serviço de utilidade publica” ou outras expressões que lhe soam mais convenientes e os levam a esquivar-se de toda e qualquer análise econômica séria. No caso, este sobrescrito há um tempo decidiu tomar o objeto de estudo comunicação sob outros aspectos e mergulhar em um estudo pelo angulo da economia e da administração.

 

Continua…

 

 

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